O Desafio do Conhecimento foi um sucesso

Preparar nossos jovens para serem profissionais diferenciados, prontos para enfrentar um mundo totalmente diferente daquele que vivemos até o momento. Com este intuito é que criamos o Desafio do Conhecimento, um projeto que movimentou os cursos da Unochapecó e colocou nossos estudantes frente a frente com desafios da comunidade, buscando encontrar soluções que venham ao encontro das necessidades regionais e nacionais.
Ao final tivemos a grata surpresa de revelar importantes projetos, dentre os quais Foram selecionados os projetos:

Tec House, de Arquitetura e Urbanismo; Membrey, de Engenharia de Alimentos; Isolamento Termo Acústico, de Engenharia Civil; Protótipo de Anti-inflamatório Inovador, de Farmácia; Cozinhe Pra Mim, de Administração; Meu Busão, de Ciências da Computação; Projeto R.U.A, de Artes Visuais; Carne Vegetal, de Engenharia Química; Implementação de Plataforma Interativa em Sala de Aula, de Engenharia Elétrica e Buy Dent, de Odontologia.

Com a intenção de promover a Interdisciplinaridade, a Inovação e a Internacionalização,  é que durante um ano inteiro, jovens estudantes, docentes e coordenadores de curso se envolveram para produzir estas importantes soluções (muitas que serão incubadas, e outras que gerarão propriedade industrial), para a sociedade, e para nosso país.

Ficamos muito felizes, apenas um projeto havia de ser o vencedor, e por isso o curso de Engenharia de Alimentos com o projeto Membrey foi ao vencedor. Todos mereceiam vencer pela qualidade dos projetos.

Parabéns a todos os participantes, parabéns ao Desafio do Conhecimento!!!

Entrega do Prêmio Desafio do Conhecimento 2018 (DMC/Unochapecó)

Construindo o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2019/2023

Estamos  planejando a Unochapecó para os próximos cinco anos. Definir o futuro da nossa Instituição é uma responsabilidade que não é só da academia, mas também de toda a comunidade regional. Nosso planejamento já avançou muito no sentido de integrarmos ainda mais a Unochapecó às necessidades da sociedade. Várias atividades foram realizadas, sendo que neste momento estamos prestes a concluir os trabalhos das comissões, que são assim divididas:
Comissão de Sistematização
Comissão Perfil Institucional
Comissão Graduação
Comissão Pesquisa, Extensão, Pós-Graduação e Inovação
Comissão Gestão de Pessoal e Atendimento Discente
Comissão Infraestrutura
Comissão Autoavaliação Institucional

Durante o ano realizamos as seguintes atividades:
6/04/2018 – Palestra com Tânia Bacelar de Araújo no salão de Atos para professores, técnicos e estudantes;
04/06/2018 – Workshop de Lançamento do Planejamento Estratégico no Plenário do Bloco R, participaram coordenadores de curso, coordenadores de setor, diretores acadêmicos e administrativos e a Reitoria;
De 05 a 13/06/2018 disponibilizado um questionário on-line para estudantes, professores e técnicos administrativos.
De 04 a 06/06/2018 foram realizadas 27 entrevistas;
19/06/2018 – Grupo de foco com representantes da comunidade externa;
04/07/2018 – Grupo de foco com formandos.
Posicionamento estratégico com cursos de graduação presencial:
16/07/2018 – ACHJ – Área de Ciências Humanas e Jurídicas;
17/07/2018 – ACS – Área da Ciências da Saúde;
19/07/2018 – ACSA – Área de Ciências Sociais e Aplicadas;
23/07/2018 – ACEA – Área de Ciências Exatas e Ambientais.
02/08/2018 – Workshop de apresentação do Parque Científico e Tecnológico Chapecó@;
08/08/2018 – Workshop Stricto Sensu;
10/08/2018 – Workshop Lato Sensu;
13/08/2018 – Workshop Ensino à Distância;
17/08/2018 – Workshop São Lourenço do Oeste;
18/09/2018 – Workshop com os Técnicos Administrativos;
19/09/2018 – Workshop de validação do posicionamento e objetivos estratégicos;
07/11/2018 – Workshop de validação de Missão, Visão e Valores e oficina de projetos estratégicos realizada com gestores no CETREC.

A expectativa é entregarmos no início de 2019, o PDI aprovado em nossas Instâncias Superiores.

***

Estamos vivendo um momento pós eleitoral, onde pairam muitas dúvidas sobre a Educação Superior do país e o caminho que será trilhado para a Educação no futuro. E o que pensar para o futuro do Ensino Superior do Oeste Catarinense e de Santa Catarina? Somos destaque nacional pelo nosso modelo comunitário, elogiado por todos que o conhecem e responsável nos últimos 50 anos pelo sucesso do desenvolvimento pluridimensional do Estado de Santa Catarina.
Porém, os últimos governos do país, colocaram no mercado, inúmeras Instituições privadas, com objetivo de lucro e sem um olhar mais estratégico nacional, oferecendo inúmeros empecílhos à atuação de um Ensino Superior que ao mesmo tempo que forma ótimos profissionais, contribui com o desenvolvimento da região, oferecendo ações extensionistas e projetos de pesquisa que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população onde estão inseridas as ICES (Instituições Comunitárias de Educação Superior).

Planejar o futuro em um momento de tantas incertezas realmente é desafiador, porém a Unochapecó tem demonstrado nos últimos anos seu desempenho diferenciado, se posicionando entre as 5% Instituições de Ensino Superior do país que estão na faixa de nota 5 na avaliação do MEC, ou seja, na nota máxima de qualidade. Que continuemos assim, planejando, executando e escrevendo esta bela história de desenvolvimento de nossa região.

O difícil caminho da Educação no país

O difícil caminho da Educação no país
A gestão da educação em nosso país vem sofrendo, e não é de hoje, um descaso e uma incoerência descabida. As autoridades não priorizam o tema em suas ações, e o resultado disso, é a situação cada vez mais difícil que a economia, a moral, a ética vem enfrentando em cada canto do nosso território.
Com as frequentes mudanças de gestores a frente da pasta da Educação e do próprio país, a Educação é tratada de forma imediatista e mais recentemente com um foco totalmente comercial, o que trará sérias consequências para o desenvolvimento futuro da nação.
Há falta de uma política clara e estratégica, que possa garantir uma caminhada evolutiva e formativa de nossos estudantes. Algumas situações atuais comprometem ainda mais o processo de estrangulamento do setor, com reflexos nos Estados e Municípios, como por exemplo, a redução orçamentária de bolsas de pesquisa da Capes, o processo de encolhimento do FIES, e no âmbito do estado catarinense, a tentativa de retirada de bolsas do Artigo 170, pela inconsequente PEC 53/2017, que visa transferir recursos públicos para Instituições privadas de Santa Catarina.
Para esclarecer melhor, nos três casos apontados acima:
O corte orçamentário apontado nas Leis e Diretrizes Orçamentárias (LDO/2019), condiciona recursos de forma que os 93 mil bolsistas da Capes, deixem de receber suas bolsas após agosto de 2019. Pode-se dizer que afeta diretamente as condições em três importantes situações:
 – Na Pós-graduação: Suspensão do pagamento de todos os bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado;
– Na Formação dos profissionais de Educação Básica: Suspensão dos pagamentos de 105 mil bolsistas, acarretando a interrupção Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) (Edital n° 7/2018), do Programa de Residência Pedagógica (Edital n° 7/2018) e do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) (Edital nº 19/2018);
– Na Cooperação Internacional: Prejuízo à continuidade de praticamente todos os programas de fomento da Capes com destino ao exterior.
Já na situação do FIES, com a recente alteração do Financiamento Estudantil, nenhuma das três modalidades apresentadas tem alguma aderência com as Instituições Comunitárias (ICES), ou seja:
– Na modalidade 1 – A renda familiar é até três salários mínimos, com juro zero (no caso das Comunitárias esta faixa é atendida pelo Art. 170 da Constituição Estadual);
– Na modalidade 2 – Somente é atendido o Norte, Nordeste e Centro Oeste (eis aqui uma grande injustiça com regiões quase nunca atendidas, como a região do Oeste Catarinense que é alijada, em condições mais difíceis que algumas localidades atendidas das regiões de cobertura);
– Na modalidade 3 – Taxa de juros variável e renda familiar até cinco salários mínimos. A Instituição possui opções de financiamento bancário com juros mais adequados que os que poderiam ser obtidos nesta modalidade.
Enfim, no FIES outro grande problema diz respeito à participação solidária ao Fundo Garantidor – FGDUC, o que inviabiliza os custos dos projetos pedagógicos das ICES.
Por fim, a tentativa de retirar recursos do Artigo 170 das instituições comunitárias que vem tramitando na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Neste caso, é importante lembrar que as Fundações destas Instituições foram criadas por Lei Pública Municipal, e seus bens em caso de dissolução passam para o município, portanto são públicos. Além disso, estas Universidades, na sua maioria, foram criadas a cerca de 50 anos ou mais, e contribuíram neste período, efetivamente com intervenções públicas de desenvolvimento em diversas áreas, podendo-se citar, na assistência social, na cultura, esporte, artes, saúde, cidadania, etc… Eis que atualmente, já equivocadamente, ao meu ver, se destinam 10% dos recursos para Instituições privadas, o que parece ser equivocado, e pasmem a PEC 53/2017 visa paulatinamente acrescer de dez em dez por cento ao ano este repasse, até que em 2021, 50 % do recurso público entre no caixa de Empresas privadas de Educação. Não há como concordar com esta questão, e entendo ser necessário abrir uma discussão do retorno dos 10% para as Instituições Comunitárias. Caso este Projeto de Emenda Constitucional seja aprovado, poderá comprometer a sobrevivência das ICES, estratégia em muito elogiada por outros Estados da Federação.
Eis que três situações estão aqui expostas mostrando o difícil caminho da Educação no país. Temos pela frente um processo eleitoral, quiçá possamos enquanto sociedade expor nossa angústia de ver a Educação no centro do planejamento futuro deste país, para o bem dos nossos filhos e das futuras gerações.

O difícil caminho da Educação no país

A gestão da educação em nosso país vem sofrendo, e não é de hoje, um descaso e uma incoerência descabida. As autoridades não priorizam o tema em suas ações e o resultado disso é a situação cada vez mais difícil que a economia, a moral e a ética vêm enfrentando em cada canto do nosso território. Com as frequentes mudanças de gestores à frente da pasta da Educação e do próprio país, a Educação é tratada de forma imediatista e mais recentemente com um foco totalmente comercial, o que trará sérias consequências para o desenvolvimento futuro da nação.

Há falta de uma política clara e estratégica que possa garantir uma caminhada evolutiva e formativa de nossos estudantes. Algumas situações atuais comprometem ainda mais o processo de estrangulamento do setor, com reflexos nos Estados e Municípios, como por exemplo, a redução orçamentária de bolsas de pesquisa da Capes, o processo de encolhimento do FIES, e no âmbito do estado catarinense, a tentativa de retirada de bolsas do Artigo 170 pela inconsequente PEC 53/2017 que visa transferir recursos públicos para Instituições privadas de Santa Catarina.

Para esclarecer melhor os três casos apresentados acima, o corte orçamentário apontado nas Leis e Diretrizes Orçamentárias (LDO/2019) condiciona recursos de forma que os 93 mil bolsistas da Capes deixem de receber suas bolsas após agosto de 2019. Pode-se dizer que afeta diretamente as condições em três importantes situações. Na pós-graduação, a suspensão do pagamento de todos os bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Na formação dos profissionais de Educação Básica, a suspensão dos pagamentos de 105 mil bolsistas, acarretando a interrupção do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), do Programa de Residência Pedagógica e do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). Na Cooperação Internacional, haverá prejuízo à continuidade de praticamente todos os programas de fomento da Capes com destino ao exterior.

Já na situação do FIES, com a recente alteração do Financiamento Estudantil, nenhuma das três modalidades apresentadas tem alguma aderência com as Instituições Comunitárias (ICES). Na modalidade um, a renda familiar é até três salários mínimos, com juro zero. No caso das Comunitárias esta faixa é atendida pelo Artigo 170 da Constituição Estadual. Na modalidade dois, somente é atendido o Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Eis aqui uma grande injustiça com regiões quase nunca atendidas, como a região do Oeste Catarinense que é alijada, em condições mais difíceis que algumas localidades atendidas das regiões de cobertura. Na modalidade três, a taxa de juros é variável e a renda familiar é até cinco salários mínimos. A Unochapecó, no entanto, possui opções de financiamento bancário com juros mais adequados que os que poderiam ser obtidos nesta modalidade. No FIES, outro grande problema diz respeito à participação solidária ao Fundo Garantidor (FGDUC), o que inviabiliza os custos dos projetos pedagógicos das ICES.

Por fim, a tentativa de retirar recursos do Artigo 170 das Instituições Comunitárias que vem tramitando na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Neste caso, é importante lembrar que as Fundações destas Instituições foram criadas por Lei Pública Municipal e seus bens em caso de dissolução passam para o município, portanto são públicos. Além disso, estas Universidades, na sua maioria, foram criadas há cerca de 50 anos ou mais e contribuíram efetivamente neste período com intervenções públicas de desenvolvimento em diversas áreas, podendo-se citar assistência social, cultura, esporte, arte, saúde, cidadania, entre outras.

Eis que atualmente, já equivocadamente, ao meu ver, se destinam 10% dos recursos públicos para Instituições Privadas, o que parece ser desacertado e, pasmem, a PEC 53/2017 visa paulatinamente acrescer de dez em dez por cento ao ano esse repasse, até que em 2021, 50% desses recursos entrem no caixa de Empresas Privadas de Educação. Não há como concordar com esta questão e entendo ser necessário abrir uma discussão do retorno destes 10% para as Instituições Comunitárias. Caso este Projeto de Emenda Constitucional seja aprovado, poderá comprometer a sobrevivência das ICES, estratégia em muito elogiada por outros Estados da Federação.

As situações aqui expostas mostram o difícil caminho da Educação no país. Temos pela frente um processo eleitoral e quiçá possamos, enquanto sociedade, expor nossa angústia e realizar o sonho de vermos a Educação no centro do planejamento futuro do Brasil, para o bem dos nossos filhos e das futuras gerações.

Bom retorno a mais um semestre!

Sejam bem-vindos estudantes para mais um semestre letivo. Esperamos que seja um semestre com muitas conquistas e realizações pessoais.

Preparamos tudo com muito carinho, esperando que voltem cheios de energia e ávidos por novos conhecimentos. Teremos um semestre intenso, com muitas atividades, interação e ritmo acelerado, em busca de evoluirmos cada dia mais. Sejam todos bem-vindos a mais uma importante etapa de suas vidas, nossos docentes e todos os funcionários estarão à disposição para apoiarmos a todos no seu sonho da formação profissional.

Aproveitem tudo o que a Instituição pode oferecer, busquem pesquisar, estudar e interagir com os demais estudantes, além de aproveitar toda a qualidade de ensino que nos orgulhamos de oferecer.

Vamos lá! Um ótimo semestre, pois muito estudo nos espera!